Marketing Esportivo: produto, preço, praça, promoção e paixão

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Um papo sobre Marketing Esportivo

Sabemos bem que uma boa parte do futebol que tanto amamos é “jogado” fora do gramado. Venda de camisas, modernização do escudo, sócio torcedor, reforma de estádio, contratação de uma grande estrela. Isso tudo também faz parte do jogo e é o elo de ligação entre torcida e time. Sem o marketing esportivo o esporte não teria toda a pompa que tem hoje, talvez não fosse um espetáculo e “apenas” um jogo.

Nesse Imigrantes da Bola 054 resolvemos ir atrás de pessoas que realmente entendem sobre esse mercado enquanto nós vamos nos aperfeiçoando. Para isso, convidamos Matheus Gomes, dono de um TCC sobre a reforma do Beira Rio e como isso poderia afetar na relação time-torcida e seu programa de sócio torcedor. Além disso, o grande Jotapê de Oliveira, do primeiro canal focado somente em Marketing Esportivo no Youtube (Brand Bola), nos ajudou nessa conversa.

Assim, Felipe Simonetti Marcelo Fadul conduziram o programa afim de esclarecer e discutir alguns importantes pontos do Marketing Esportivo.

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O Resultado do Brasileirão as Avessas

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No início do Campeonato Brasileiro, nós nos propusemos comentar a primeira rodada e tentar traçar uma análise (que mais pode ser chamada de aposta) para o fim do campeonato. Até aquele momento acreditávamos que o Santa Cruz poderia se colocar como a surpresa do campeonato e o próprio campeão, Palmeiras, era desacreditado.

As apostas

Dentre as diversas categorias que poderíamos opinar, selecionamos 7: os quatro primeiros colocados (G4), os quatro último (Z4), o craque da competição, o artilheiro, o primeiro técnico a cair, o técnico que não cairia e o melhor estrangeiro do Brasileirão.

É verdade que dado aquele momento do campeonato Tite não era um nome tão provável para a Seleção, assim como Yerry Mina ainda não havia chegado ao Brasil. Mas o que valeu foi a diversão.

Confira os nossos palpites e o resultado que fica é: o futebol brasileiro é muito imprevisível.

Não deu nem pro cheiro

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Eneacampeão!

O Palmeiras enfim voltou a ser campeão Brasileiro. Depois de alguns anos de seca e um grande vacilo em 2009, o time hoje comandado por Cuca levanta a taça pela nona vez. Já analisamos o desempenho do Flamengo no campeonato, quando alguns diziam sentir o tal “cheirinho” muito forte, mas com o passar do tempo vimos que era somente uma virose.

O time que se desfalcou perdendo Fernando Prass para uma lesão no meio do ano e algumas vezes Mina e Gabriel Jesus para a Seleção, contou com boas peças de reposição e contra a Chapecoense garantiu o título. Alguns nomes ficaram marcados dentro de campo, outros fora dele, como Paulo Nobre e Alexandre Mattos.

Por isso, Felipe Simonetti e Marcelo Fadul convidaram o palmeirense e também podcaster Caio Di Pacci (Tira a Zaga) para comentar toda a campanha do alviverde que tem a “defesa que ninguém passa, linha atacante de raça” e a “torcida que canta e vibra”, além de um presidente multimilionário, um diretor de futebol sedento por reforços e um patrocinador master de peso.

Ouve aí!

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Sobre nossos técnicos

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O que falta aos nossos técnicos

“Por que não surge um Klopp de Copacabana ou um Pochettino do Paraná?”. Essa é a dúvida que paira sobre o colunista Jack Lang, da FourFourTwo, que fez uma excelente matéria sobre o fluxo de demissões no futebol brasileiro. E o que nos falta? Nossos técnicos tem o que é preciso? É mais ou menos isso que o nosso convidado, Pedro de Luna, blogueiro do São Paulo no GloboEsporte.com, analisa em seu texto “Tens o que é preciso, Ricardo Gomes?”.

A discussão é excelente e permeia assuntos como o papel da diretoria e da imprensa, a montagem de um projeto e é claro, o fator tático. Para isso, convidamos Raí Monteiro, dono do site Taticamente Falando, que nos auxiliou a enxergar o estilo de jogo de técnicos como Marcelo Oliveira e do que é posto como um dos expoentes da nova geração, Roger Machado.

Assim, Felipe Simonetti Marcelo Fadul conduziram o programa afim de responder a pergunta:

O que nos falta?

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O Futebol é só um pretexto

Quem ama e vive futebol sabe o quanto significou as perdas dessa terça-feira. Além de seres humanos brilhantes, havia atletas e profissionais da imprensa que acompanhávamos, comentávamos, cornetávamos, idolatrávamos e, acima de tudo, respeitávamos.

Ali estavam dezenas de sonhos; e mais, sonhos que estavam prestes a se realizar. Os jovens e experientes jogadores iam para a Colômbia viver que talvez fosse um dos momentos mais importantes de suas carreiras. O clube viveria a partida mais importante de sua história. E os jornalistas estavam perto de narrar a história acontecer.

Infelizmente tudo teve o desfecho que teve. Pensamos muito em não gravar esse drops, mas como forma de homenagem e relevância desse time da Chapecoense e dos profissionais que tanto nos abraçaram, não haveria forma mais respeitosa do que elogiá-los com um programa exclusivo.

Vemos assim que futebol é somente um pretexto para algo muito maior. É o esporte que nós amamos e vivemos ele 24 horas por dia e em momentos tristes como esse vemos a sua força. O rival reverencia o derrotado, o adversário de final cede espaço e aplaude, a torcida mais tradicional que não aguenta ver um jogador com um calção da cor do rival, hoje pede que o clube jogue todo de verde. Esse é o esporte que eu amo e quero viver.

Titebilidade é competência

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Obrigado, sr Adenor

Não tem como conter a euforia. O Brasil inteiro está encantado com o futebol apresentado pela Seleção do sr Adenor, o nosso Tite. Reunir os amigos para assistir o jogo, lotar estádio com ingresso caro e ficar até de madrugada para ver um Brasil e Peru são pontos que revivem os ânimos.

Qual o segredo dessa nova Seleção? Tite não convocou muito diferente de Dunga e no que se distinguiu foi muito criticado, como Paulinho, Taison e Giuliano. Nem descobriu preciosidades: quem vê futebol europeu sabe que o Casemiro já era realidade desde os tempos de Porto. Será que é o 4-1-4-1? Ou o ambiente?

Talvez seja tudo isso e mais um pouco! Ouça e comente: o que fez a Selê mudar de postura?

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