2016, o ano da zebra

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A surpresa é um sentimento que possui uma multiplicidade de sensações: algumas vezes é expresso como como algo ruim, outras vezes vem conjuntamente da felicidade e possui o incrível poder de emocionar. Para a maioria das pessoas, 2016 foi um ano de surpresas.

Infelizmente vimos algumas bem negativas como a do final do ano envolvendo a gloriosa equipe da Chapecoense e a equipe jornalística de diversos veículos brasileiros. Entretanto, no futebol, podemos dizer que as surpresas foram no mínimo peculiares e para quem é fã da gloriosa frase de _____ “o futebol é uma caixinha de surpresas” esse foi o ano.

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Nos principais estaduais do país nos deparamos logo de cara com América-MG e Audax finalistas em Minas Gerais e São Paulo, entretanto, apenas o clube mineiro levantou a taça. Na metade de 2016 e final da temporada europeia o Leicester levantou taça da Premier League e surpreendentemente o Atlético Nacional bateu tudo e todos para conquistar as Américas. Em seguida, Portugal e País de Gales foram surpresa em terras francesas na Euro 2016. E no fim do calendário mais novidades: o Palmeiras venceu o Brasileirão após ser considerado cavalo paraguaio, o Grêmio cessou um jejum de 15 anos sem título levantando a Copa do Brasil e Nice e RB Leipzig encerram o ano com campanhas surpreendentes da França e Alemanha.

Esse ano, portanto se resume nisso e na característica imagem do animal que sintetiza todo esse sentimento: a zebra.

2016, definitivamente, foi o ano da zebra!


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Marketing Esportivo: produto, preço, praça, promoção e paixão

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Um papo sobre Marketing Esportivo

Sabemos bem que uma boa parte do futebol que tanto amamos é “jogado” fora do gramado. Venda de camisas, modernização do escudo, sócio torcedor, reforma de estádio, contratação de uma grande estrela. Isso tudo também faz parte do jogo e é o elo de ligação entre torcida e time. Sem o marketing esportivo o esporte não teria toda a pompa que tem hoje, talvez não fosse um espetáculo e “apenas” um jogo.

Nesse Imigrantes da Bola 054 resolvemos ir atrás de pessoas que realmente entendem sobre esse mercado enquanto nós vamos nos aperfeiçoando. Para isso, convidamos Matheus Gomes, dono de um TCC sobre a reforma do Beira Rio e como isso poderia afetar na relação time-torcida e seu programa de sócio torcedor. Além disso, o grande Jotapê de Oliveira, do primeiro canal focado somente em Marketing Esportivo no Youtube (Brand Bola), nos ajudou nessa conversa.

Assim, Felipe Simonetti Marcelo Fadul conduziram o programa afim de esclarecer e discutir alguns importantes pontos do Marketing Esportivo.

Participe da nossa promoção e concorra ao livro “Liderança” de Sir Alex Ferguson

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O Resultado do Brasileirão as Avessas

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No início do Campeonato Brasileiro, nós nos propusemos comentar a primeira rodada e tentar traçar uma análise (que mais pode ser chamada de aposta) para o fim do campeonato. Até aquele momento acreditávamos que o Santa Cruz poderia se colocar como a surpresa do campeonato e o próprio campeão, Palmeiras, era desacreditado.

As apostas

Dentre as diversas categorias que poderíamos opinar, selecionamos 7: os quatro primeiros colocados (G4), os quatro último (Z4), o craque da competição, o artilheiro, o primeiro técnico a cair, o técnico que não cairia e o melhor estrangeiro do Brasileirão.

É verdade que dado aquele momento do campeonato Tite não era um nome tão provável para a Seleção, assim como Yerry Mina ainda não havia chegado ao Brasil. Mas o que valeu foi a diversão.

Confira os nossos palpites e o resultado que fica é: o futebol brasileiro é muito imprevisível.

Não deu nem pro cheiro

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Eneacampeão!

O Palmeiras enfim voltou a ser campeão Brasileiro. Depois de alguns anos de seca e um grande vacilo em 2009, o time hoje comandado por Cuca levanta a taça pela nona vez. Já analisamos o desempenho do Flamengo no campeonato, quando alguns diziam sentir o tal “cheirinho” muito forte, mas com o passar do tempo vimos que era somente uma virose.

O time que se desfalcou perdendo Fernando Prass para uma lesão no meio do ano e algumas vezes Mina e Gabriel Jesus para a Seleção, contou com boas peças de reposição e contra a Chapecoense garantiu o título. Alguns nomes ficaram marcados dentro de campo, outros fora dele, como Paulo Nobre e Alexandre Mattos.

Por isso, Felipe Simonetti e Marcelo Fadul convidaram o palmeirense e também podcaster Caio Di Pacci (Tira a Zaga) para comentar toda a campanha do alviverde que tem a “defesa que ninguém passa, linha atacante de raça” e a “torcida que canta e vibra”, além de um presidente multimilionário, um diretor de futebol sedento por reforços e um patrocinador master de peso.

Ouve aí!

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Sobre nossos técnicos

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O que falta aos nossos técnicos

“Por que não surge um Klopp de Copacabana ou um Pochettino do Paraná?”. Essa é a dúvida que paira sobre o colunista Jack Lang, da FourFourTwo, que fez uma excelente matéria sobre o fluxo de demissões no futebol brasileiro. E o que nos falta? Nossos técnicos tem o que é preciso? É mais ou menos isso que o nosso convidado, Pedro de Luna, blogueiro do São Paulo no GloboEsporte.com, analisa em seu texto “Tens o que é preciso, Ricardo Gomes?”.

A discussão é excelente e permeia assuntos como o papel da diretoria e da imprensa, a montagem de um projeto e é claro, o fator tático. Para isso, convidamos Raí Monteiro, dono do site Taticamente Falando, que nos auxiliou a enxergar o estilo de jogo de técnicos como Marcelo Oliveira e do que é posto como um dos expoentes da nova geração, Roger Machado.

Assim, Felipe Simonetti Marcelo Fadul conduziram o programa afim de responder a pergunta:

O que nos falta?

Participem da promoção e ganhem um FIFA!

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