Arquivo da categoria: Futebol Brasileiro

#066 | Como funcionar o fair play financeiro?

cover

Um debate necessário sobre tudo que circula a transferência de Neymar e a legislação da UEFA que prega gestões mais responsáveis. Como isso afeta o Brasil? E qual o futuro do PSG e do magnata catari que o comanda? O que isso tem a ver com a Copa de 2022?

Pois é, são bastantes perguntas e sem jurisquês fomos à raiz da questão no Imigrantes 066 que foca no fairplay financeiro e em toda a complexa situação.

Sim, voltamos.
Não deixe ouvir.

#065 – Neymar, São Paulo, El Clasico e United.

neymar, podcast, esporte, united, el clasico, barcelona, real madrid, são paulo, brasileirão

O Imigrantes da Bola passou por um longo período de férias, ou, na condição que ficamos, poderíamos de chamar de um bom tempo afastado dos gramados no departamento médico. Sempre com pesar, víamos as semanas passarem e os episódios não serem gravados.

A situação, de fato, não era simples, muitos compromissos e pouco tempo para gravar, editar, publicar, escrever e tudo que as responsabilidades de um podcaster cobram. Enfim, o recado é que voltamos!

Mais explicações foram dadas durante o programa (ignorem a péssima qualidade de áudio, mas teve que ser assim para darmos o pontapé de largada, se não seria mais uma semana sem o programa).  Estamos vindo com um novo tipo de conteúdo, mais rápido em alguns semanas e mais denso em outras, mas bem mais interativo pelo Twitter do Doentes Por Futebol (segue lá!).

Felipe Melo se perdeu no personagem?

cover

Felipe Melo sempre foi conhecido por ser um jogador explosivo. Quem se lembra de Brasil X Holanda em 2010 conhece bem a figura. Isso, contudo, nunca diminuiu seus méritos como jogador: um volante aguerrido com boa visão de jogo e passe calibrado. Mas não seria perigosa a mistura das duas características da nova contratação do Palmeiras?

Ter uma peça importante no clube com um temperamento tão esquentado, como visto ao gritar após derrubar o jogador do Botafogo-SP na primeira rodada do Campeonato Paulista (e sua estreia oficial) não pode ser um risco? O São Paulo lembra bem de perder Luís Fabiano para a decisão da Sul-Americana de 2012 e Maicon para o jogo de volta da semi da Libertadores de 2016.

Felipe Melo é um grande jogador e virou um personagem do folclore brasileiro pela raça e pelas botinadas distribuídas. Mas será que ele não se perdeu nesse personagem?

E que pautas acham que poderíamos trazer nesse início de temporada?

2017 e voltamos!

capa

Se dizem que o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval, podemos dizer que estamos adaptados ao calendário europeu e antes do blocos passarem nas ruas já voltamos.

Com novas ambições, projetos, pautas e metas o Imigrantes da Bola volta para informação, palpitar e ouvir seu público. O futebol é carente de conteúdos de qualidade próximos do público e estamos aqui para tentar cobrir essa lacuna.

Para uma primeira edição de 2017 temos logo um drops (015) para lançar aquela velha resenha rápida sobre o que vem por aí e, ainda, comentar o início de temporada de alguns clubes.


Relembre como foi o ano de mais quebras de paradigmas do futebol mundial: 2016, o ano da zebra.

Digam também o que acharam desse formato de postar os programas no Youtube e para nos ajudar, não faça um papelão como o Vasco e deixe seu like! Se quiser fazer bonito tipo o Flamengo que já goleou na primeira rodada, temos um questionário superbacana para você preencher e nos ajudar a melhorar o conteúdo.

Não deu nem pro cheiro

capa

Eneacampeão!

O Palmeiras enfim voltou a ser campeão Brasileiro. Depois de alguns anos de seca e um grande vacilo em 2009, o time hoje comandado por Cuca levanta a taça pela nona vez. Já analisamos o desempenho do Flamengo no campeonato, quando alguns diziam sentir o tal “cheirinho” muito forte, mas com o passar do tempo vimos que era somente uma virose.

O time que se desfalcou perdendo Fernando Prass para uma lesão no meio do ano e algumas vezes Mina e Gabriel Jesus para a Seleção, contou com boas peças de reposição e contra a Chapecoense garantiu o título. Alguns nomes ficaram marcados dentro de campo, outros fora dele, como Paulo Nobre e Alexandre Mattos.

Por isso, Felipe Simonetti e Marcelo Fadul convidaram o palmeirense e também podcaster Caio Di Pacci (Tira a Zaga) para comentar toda a campanha do alviverde que tem a “defesa que ninguém passa, linha atacante de raça” e a “torcida que canta e vibra”, além de um presidente multimilionário, um diretor de futebol sedento por reforços e um patrocinador master de peso.

Ouve aí!

O programa

Avalie o Imigrantes da Bola pelo iTunes

Responda nosso questionário


Download | Feed | iTunes| Facebook | Instagram | Youtube

Deixe seu feedback pelas nossas redes sociais ou pelo e-mail.

Emails: imigrantesdabola@gmail.com

Sobre nossos técnicos

capa

O que falta aos nossos técnicos

“Por que não surge um Klopp de Copacabana ou um Pochettino do Paraná?”. Essa é a dúvida que paira sobre o colunista Jack Lang, da FourFourTwo, que fez uma excelente matéria sobre o fluxo de demissões no futebol brasileiro. E o que nos falta? Nossos técnicos tem o que é preciso? É mais ou menos isso que o nosso convidado, Pedro de Luna, blogueiro do São Paulo no GloboEsporte.com, analisa em seu texto “Tens o que é preciso, Ricardo Gomes?”.

A discussão é excelente e permeia assuntos como o papel da diretoria e da imprensa, a montagem de um projeto e é claro, o fator tático. Para isso, convidamos Raí Monteiro, dono do site Taticamente Falando, que nos auxiliou a enxergar o estilo de jogo de técnicos como Marcelo Oliveira e do que é posto como um dos expoentes da nova geração, Roger Machado.

Assim, Felipe Simonetti Marcelo Fadul conduziram o programa afim de responder a pergunta:

O que nos falta?

Participem da promoção e ganhem um FIFA!

O programa

Avalie o Imigrantes da Bola pelo iTunes

Responda nosso questionário


Download | Feed | iTunes| Facebook | Instagram | Youtube

Deixe seu feedback pelas nossas redes sociais ou pelo e-mail.

Emails: imigrantesdabola@gmail.com

O Futebol é só um pretexto

Quem ama e vive futebol sabe o quanto significou as perdas dessa terça-feira. Além de seres humanos brilhantes, havia atletas e profissionais da imprensa que acompanhávamos, comentávamos, cornetávamos, idolatrávamos e, acima de tudo, respeitávamos.

Ali estavam dezenas de sonhos; e mais, sonhos que estavam prestes a se realizar. Os jovens e experientes jogadores iam para a Colômbia viver que talvez fosse um dos momentos mais importantes de suas carreiras. O clube viveria a partida mais importante de sua história. E os jornalistas estavam perto de narrar a história acontecer.

Infelizmente tudo teve o desfecho que teve. Pensamos muito em não gravar esse drops, mas como forma de homenagem e relevância desse time da Chapecoense e dos profissionais que tanto nos abraçaram, não haveria forma mais respeitosa do que elogiá-los com um programa exclusivo.

Vemos assim que futebol é somente um pretexto para algo muito maior. É o esporte que nós amamos e vivemos ele 24 horas por dia e em momentos tristes como esse vemos a sua força. O rival reverencia o derrotado, o adversário de final cede espaço e aplaude, a torcida mais tradicional que não aguenta ver um jogador com um calção da cor do rival, hoje pede que o clube jogue todo de verde. Esse é o esporte que eu amo e quero viver.