Arquivo da categoria: Drops

2017 e voltamos!

capa

Se dizem que o Brasil só começa a funcionar depois do Carnaval, podemos dizer que estamos adaptados ao calendário europeu e antes do blocos passarem nas ruas já voltamos.

Com novas ambições, projetos, pautas e metas o Imigrantes da Bola volta para informação, palpitar e ouvir seu público. O futebol é carente de conteúdos de qualidade próximos do público e estamos aqui para tentar cobrir essa lacuna.

Para uma primeira edição de 2017 temos logo um drops (015) para lançar aquela velha resenha rápida sobre o que vem por aí e, ainda, comentar o início de temporada de alguns clubes.


Relembre como foi o ano de mais quebras de paradigmas do futebol mundial: 2016, o ano da zebra.

Digam também o que acharam desse formato de postar os programas no Youtube e para nos ajudar, não faça um papelão como o Vasco e deixe seu like! Se quiser fazer bonito tipo o Flamengo que já goleou na primeira rodada, temos um questionário superbacana para você preencher e nos ajudar a melhorar o conteúdo.

O Resultado do Brasileirão as Avessas

gabriel-jesus-premio-brasileirao

No início do Campeonato Brasileiro, nós nos propusemos comentar a primeira rodada e tentar traçar uma análise (que mais pode ser chamada de aposta) para o fim do campeonato. Até aquele momento acreditávamos que o Santa Cruz poderia se colocar como a surpresa do campeonato e o próprio campeão, Palmeiras, era desacreditado.

As apostas

Dentre as diversas categorias que poderíamos opinar, selecionamos 7: os quatro primeiros colocados (G4), os quatro último (Z4), o craque da competição, o artilheiro, o primeiro técnico a cair, o técnico que não cairia e o melhor estrangeiro do Brasileirão.

É verdade que dado aquele momento do campeonato Tite não era um nome tão provável para a Seleção, assim como Yerry Mina ainda não havia chegado ao Brasil. Mas o que valeu foi a diversão.

Confira os nossos palpites e o resultado que fica é: o futebol brasileiro é muito imprevisível.

O Futebol é só um pretexto

Quem ama e vive futebol sabe o quanto significou as perdas dessa terça-feira. Além de seres humanos brilhantes, havia atletas e profissionais da imprensa que acompanhávamos, comentávamos, cornetávamos, idolatrávamos e, acima de tudo, respeitávamos.

Ali estavam dezenas de sonhos; e mais, sonhos que estavam prestes a se realizar. Os jovens e experientes jogadores iam para a Colômbia viver que talvez fosse um dos momentos mais importantes de suas carreiras. O clube viveria a partida mais importante de sua história. E os jornalistas estavam perto de narrar a história acontecer.

Infelizmente tudo teve o desfecho que teve. Pensamos muito em não gravar esse drops, mas como forma de homenagem e relevância desse time da Chapecoense e dos profissionais que tanto nos abraçaram, não haveria forma mais respeitosa do que elogiá-los com um programa exclusivo.

Vemos assim que futebol é somente um pretexto para algo muito maior. É o esporte que nós amamos e vivemos ele 24 horas por dia e em momentos tristes como esse vemos a sua força. O rival reverencia o derrotado, o adversário de final cede espaço e aplaude, a torcida mais tradicional que não aguenta ver um jogador com um calção da cor do rival, hoje pede que o clube jogue todo de verde. Esse é o esporte que eu amo e quero viver.